Katy Perry conversa com a Vogue sobre Beyoncé,Grammy, Madona e novo álbum



Katy Perry é a capa da revista Vogue americana, edição de Maio, com um um ensaio fotográfico bem, digamos, exótico.  

Perry aproveitou esse holofote apontado em sua direção para falar sobre seu novo álbum, que a mesma chama de ''Purpose Pop'' (Pop Proposital), que é o nome não oficial do seu quarto álbum de estúdio, ainda falou sobre política, moda e suas influencias no mundo musical.



Katy Perry foi uma das artistas que estiveram bem ativas nas eleições americanas de 2016, para o Presidente dos EUA, onde a cantora esteve ao lado da candidata Hillary Clinton, que perdeu para Donald Trump. Katy comentou sobre a situação:


“Fiquei bem desencorajada por um momento. Trouxe de volta diversos traumas. Misoginia e sexismo estavam presentes em minha infância. Tenho um problema com homens supressivos e não ser vista como igual. Me senti como uma criança novamente enfrentando um cara assustador, controlador. Realmente não iria desvenda-lo em minha vida profissional porque eu tive isso demais na minha pessoal. Mas é um despertar necessário porque estávamos em uma falsa utopia. Não podemos nunca estagnar outra vez. Sou grata que os jovens sabem o nome dos senadores. Acho que as garotas adolescentes vão salvar este mundo! Elas tem uma voz muito forte – e alta”, comentou. declarou.

Sobre perder...

“Acho que você não tem que sair gritando”,comentou. “Mas você tem que apoiar algo. Se você não está apoiando algo você apenas está servindo a si mesmo, ponto, fim da história”



Perry ainda revelou que não consegue mais fazer coisas fofas como a era California Gurls, que teve 'Teenage Dream', 'Firework', entre outros sucessos épicos, que foi um marco colorido, fofo e engraçado da cantora.


“California Gurls” e outras coisas fofas seriam completamente inautênticas com quem eu sou agora e com o que eu aprendi. Acredito que precisamos de pequenos escapismos, mas acho que isso não pode ser tudo. Se você tem uma voz, tem a responsabilidade de usá-la agora, mais do que nunca”, declarou. “Eu não curo o câncer ou nada, mas eu sei que posso levar luz, alegria e felicidade em pequenas partes de três minutos e meio. Isso faz algo. Isso eleva o espírito”.



Rainha ela já é, isso não podemos negar e os números não mentem, mas Katy Perry quer ser conhecida como uma artista de conteúdo, que fala e debate sobre assuntos que ninguém quer falar, que foi oque ela fez com o seu single ''Chained To The Rhythm''.


“Eu costumava ser a rainha de insinuações, tudo era feito com uma piscadela. Agora eu quero ser a rainha do subtexto – que é um primo de insinuações, mas com mais propósito“



Sobre as polêmicas de falta de negros e outras etnias nos vencedores do Grammy, ela foi simplesmente clara.

 “Nós, como cultura, precisamos ser inclusivos e diversos, e creio que isso ainda não é representado no Grammy”.

Sobre Adele:
“Eu realmente aprecio as pessoas que não caem no buraco do coelho e têm uma noção sobre o que é real”.

Sobre Madona: “Ela fez a arte da evolução tão bem”.



 

Cher:
Eu amo a franqueza dela – ela tem se colocado mais para as mulheres recentemente, e eu adoro isso”.

Beyoncé: 
 “Nosso Michael Jackson de hoje, ela mostra que está tudo bem em ser forte e vulnerável ao mesmo tempo – e que a vulnerabilidade não é uma fraqueza, é na verdade uma força“.
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