Oque a imprensa brasileira está falando de ''Witness'' de Katy Perry?

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Alguns portais nacionais já começaram a publicar suas impressões sobre o quarto álbum da cantora Katy Perry, intitulado de ''Witness''.

Uma coisa podemos adiantar, todos notaram o madurecimento da cantora nesta nova era e que este é um álbum experimental, onde Perry sai da sua zona de conforto.

A 'Veja' publicou:

''Recheado de batidas eletrônicas e músicas dançantes, o disco se afasta do pop açucarado à la Cindy Lauper de Teenage Dream para dar lugar a músicas que seguem o padrão do pop atual — e que, com certeza, disputarão os primeiros lugares nas listas de mais ouvidas mundo afora.''

"O seu amadurecimento se revela em Power. Antes uma jovem à espera de seu príncipe encantado, agora ela se mostra uma mulher segura de si: I have to break the cycle/ So I can sit first at the dinner table (Eu devo quebrar o ciclo/ Para que eu possa sentar primeiro à mesa de jantar).''


Mesmo não sendo profundo, até o Omelete reconheceu que Katy Perry focada nas pistas de danças.


"O disco apresenta uma aposta em elementos da música eletrônica, mais voltado para a sonoridade das pistas pop"

O site da G1 disponibilizou uma crítica focada do madurecimento na cantora com o seu quarto álbum de estúdio.



 "Aos 32, a estrela pop americana mostra ter atingido a maturidade. Em seu novo álbum, ela apresenta um som com conotação sensual, enquanto as suas experiências são descritas de forma nada ingênua."

''Perry, que encadeou uma série de hits dominando o cenário musical pop adolescente na última década, evidencia ter chegado ao fim da sua produção de hinos pop em vozes sintetizadas.''

''Em "Swish Swish", ela divide o microfone com a famosa cantora de hip-hop Nicki Minaj, cujo trabalho é baseado em um ritmo funk urbano que poderia muito bem ter vindo da consolidada estrela Janet Jackson''




Crítica completa.

O portal Metrópoles, lamenta Katy Perry por não ter uma faixa alá ''Despacito''.
''“Witness” é um trabalho regular, que, em dois ou três momentos, mostra um flerte de Katy Perry com um som mais elaborado. “Swish Swish” e “Roulette”, por exemplo, têm um trabalho de base mais refinado que 90% dos hits atuais da música pop. No entanto, falta ao disco algo essencial: um hit arrasa quarteirões, aquele para tocar nas rádios a cada 10 minutos.''


Em uma analise mais profunda, o Diario de Pernambuco, avaliou faixa por faixa, onde comenta sobre os sons experimentais usado por Perry.

"Hoje com cabelos curtos e loiros no estilo Roxette, Katy pouco se parece com a lolita de I kiss the girl. Após o resultado das eleições norte-americanas, a cantora transformou-se em uma ávida ativista contra o presidente Donald Trump. Suas músicas, embora continuem excessivamente pop, agora carregam estéticas retrôs, experimentalismos saudáveis para a música pop e performances que ganharam um tom político visível."


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