Supergirl | 2° Temporada (crítica s/spoilers)




Chegamos ao fim de mais uma temporada de Supergirl. E em seu segundo ano, na sua nova emissora CW, a série entrega uma temporada consistente, divertida, madura e conquista ainda mais espaço na TV.

Uma das melhores coisas foi sua mudança de emissora, que proporcionou a série uma maior liberdade entre os universos, e em seu roteiro. Por mais que a CW seja por muitas vezes muito “teen”, ela sabe o que faz e para quem faz. E podemos ver claramente a diferença entre seu primeiro ano e seu segundo. 


Um produção já boa, se tornou ainda melhor. Sem medo de apresentar personagens ou tramas. Supergirl conseguiu prender do começo ao fim, com 22 episódios, seu público. Eu particularmente que já gostava da série antes, passei a amar e ansiar por cada episódio durante a semana.



Um dos maiores diferenciais em Supergil nessa temporada, é definitivamente suas personagens femininas, aqui, elas dominam. Não se trata do Marciano, de Winn, ou do Guardião. Aqui temos uma temporada, carregada praticamente apenas pelas mulheres. Mesmo com a introdução do Superman, a série ainda conseguiu fazê-lo ser uma participação, um símbolo, mantendo sua protagonista em destaque mesmo diante de tal força. 



Foi uma grande temporada, amigos. Aqui temos nossa querida Kara desabrochando tanto como heroína quanto em sua vida pessoal. Um dos grandes acertos por sinal, foi mostrar tanto o lado pessoal da heroína. Mesmo com super poderes, ela ainda se mostrou mais humana, com seus medos, anseios, inseguranças, e erros. Ainda que com um novo amor em sua vida, a série não deixou a trama se tratar disso, mantendo-a a frente mesmo no relacionamento. E funcionou totalmente, afinal, não havia por que ser diferente. Kara assim como a Supergirl, sabe que é uma mulher forte, mesmo sem os poderes.


Achei muito importante também o modo como exploraram a vida de Alex, foi de extrema importância ver como delicadamente conseguiram tocar nesse assunto e conquistar todo o carinho do público. Todo tipo de amor, é válido. Creio que esse foi o ponto principal.


Infelizmente, nem tudo foi flores nessa season. E falando em espinhos, temos que tocar no nome James Olsen. Não sei quanto a vocês, mas quem ao menos gosta do personagem? Não é o ator em si, já acompanhei ele em outras produções. É o papel dele na série. É antipático, é desnecessário. E só consigo pensar em quando um buraco negro vai surgir e desaparecer com ele?! E essa história de ser herói? Não, vai tirar umas fotos que é mais útil.


Voltando ao episódio final, temos várias reviravoltas, muita luta, e muitas lágrimas. Que final foi esse? Palmas, para a atuação incrível de Melissa, quem diria que saberiam aproveitar todo o potencial que foi desperdiçado em Glee. Ela é maravilhosa!


Todo o arco desse ano foi equilibrado, mesmo com seus episódios “filler”, tudo no fim se interligou. Ainda espero muita história da família Luthor, amo Lena, mas quem sabe o que nos espera? 


Bem, agora é só esperar pela volta da nossa heroína. O terceiro ano promete!



Share on Google Plus