Fear The Walking Dead | 3x5/3x6 (crítica)



O clima em Fear está começando a mudar. Quando antes o principal objetivo era sobreviver, o objetivo agora mudou para algo mais básico e humano. Sentir-se seguro.

E cada um da família Clark começou a procurar um meio de atingir esse objetivo. Nick que ainda busca encontrar-se nesse novo mundo onde ele até agora se adaptou facilmente, agora ele terá que lidar com a perda de Luciana e procurar seu próprio lugar ao sol. Por mais que ele seja um personagem que pouco fala já é óbvio perceber que na serie ele é o que mais observa. Pode haver um futuro muito útil para seu personagem.


Já Alicia ainda oscila entre sobreviver e existir. Sua personagem passa por um dilema compreensivo diante do novo mundo. Por que viver? Mas aos poucos encontra pequenos momentos que a fazem despertar e querer lutar pela nova segurança adquirida. Estou ansiosa pela dinâmica entre ela e Jake. Se prosseguir para uma 4° temporada, o relacionamento deles pode render bons frutos para a série.




Madison é um dos personagens que mais sofreu mudanças nessa temporada. Sua postura quanto ao que quer tem a tornado cada vez mais interessante. Mas até onde ela pode chegar? Fica claro sua intenção ao manipular Troy. Mas ela está mesmo no controle? Diante da situação em que as opções ficam entre negociar e lutar, num mundo destruído em que a humanidade precisa se adaptar seja para o bem ou para o mal. Ter em mãos um soldado pode ser o melhor lugar para ficar numa inevitável batalha. 

Resta saber se Troy pode ser controlado. E se não, quais consequências isso trará para a trama.


 

Com reta final para a midseason. Fear está cada vez melhor e se solidificando como mais do que apenas um spin-off de The Walking Dead.
 
Juliana Xavier
Juliana Xavier

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