American Horror Story | Crítica 7x02 (Com spoilers).

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Mais uma quarta-feira da semana e obviamente mais um culto, induzindo ao plantio de novos mistérios e indagações no segundo episódio da sétima temporada de American Horror Story.


O suspense no final do primeiro episódio só levou acreditar em duas coisas: a certeza é de que os palhaços estão realmente contra a personagem de Sarah Paulson, e uma hipótese de que a Ivy Mayfair, interpretada por Alisson Pill, não é flor que se cheire. Ela pode está metida em coisas inimagináveis. Mas ainda não é nada confirmado. Será?
Particularmente, a minha hipótese se baseia em uma teoria que foi dada pelos fãs (na qual há semelhanças na roupas de Ivy e um dos palhaços, sendo que os personagens aparecem seguido um do outro) e nessa lógica, há de pensar que Ivy mesmo estando no mesmo local nunca "deu de cara" com nenhum palhaço e só fica julgando sua esposa por loucura doentia – personagem clássico de Ryan Murphy.



Mas, um núcleo foi adicionado: o estranho casal, que cuida de abelhas. Achei coerente, e deu pra ver que foi realmente bem pensado, a entrada da nova história não ficou boiando no enredo principal, na verdade, encaixou bem. Sem contar, que a estranheza é claro no segundo episódio, em todos os sentidos. Achei interessante o fato deles não serem um casal propriamente dito, e sim viverem apenas de fachada, devido a uma promessa feita na adolescência. Será que tem a haver com o pacto do dedo mindinho? Com certeza, Ryan deve explicar isso nos próximos episódios. Tem algo ali e precisamos saber.

São mais novidades que vão acontecendo e mais suspenses no cardápio que lhe faz criar várias teorias, acredito que ainda é cedo para poder discutir. Não vou mentir que como na cena do supermercado no primeiro episódio e como no apagão, - os palhaços aparecem em ambos nas cenas - dão certa agonia e desespero. Talvez seja porque Sarah Paulson está conseguindo passar o seu sentimento para nós mesmos ou talvez estamos realmente dentro da história, ou melhor dizendo do “culto”.


E por fim, chegou à parte que me encanta: atuações. Dispenso falar de Sarah Paulson, pois se ela está sendo protagonista, acredito que isso não é por à toa, tem talento sim e é visto, desculpa. O ator Evan Peters teve pouca participação neste episódio, mas os aproximadamente seis minutos que ele esteve contracenando com a Paulson, ele mostrou apenas as suas garras e foi excelente. Isso só quer dizer que ele tem muito a mostrar, ainda mais nos seis personagens diferentes prometidos para ele nesta temporada.




A atriz Billie Lourd, que esteve na flopada série Scream Queens, está sendo o destaque deste o primeiro episódio. EU não conhecia o seu trabalho, mas confesso que estou gostando muito e com certeza Ryan também, sabendo que ele fez uma ótima contratação em relação a ela. A cena em que Kai (Evan) e Winter (Billie) faz o pacto com o dedo midinho, com certeza entrará para as cenas clássicas de AHS. Ainda bem que esta menina está no elenco fixo.

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A série já mostrou para o que veio e desta ela não está de enrolação. O culto já iniciou, e as fobias e o terror dos personagens estão cada vez maiores, só não viu quem não quis.


Rafael Campos
Rafael Campos