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23 de fevereiro de 2018

The Weinstein Company pede a corte de Nova York que arquive processos de agressão


  Nesta ultima quarta (21) a produtora The Weinstein Company pediu, formalmente, a um juiz federal do estado de Nova York, Estados Unidos, que arquivasse um processo aberto por um grupo de 6 mulheres em dezembro do ano passado, quando os escândalos envolvendo casos de abuso sexual, evolvendo Harvrey Weinstein, estavam em seu auge.
 "Desafia a logica sugerir que H. Weinstein teria de alguma forma servido os interesses da TWC ao avançar seus próprios interesses prúrigos ou que o plano de negócios da TWC era atrair atrizes potenciais para reuniões de negócios com H. Weinstein para que ele pudesse atacá-las. Dado que as Acusadoras não conseguiram alegar como a TWC teria se beneficiado ou participado de qualquer conduta alegada, é evidente que a alegada conduta de H. Weinstein foi alimentada puramente por motivos pessoais e estava fora do escopo de seu emprego.”

 
No caso ao qual o processo se refere é o que as acusadoras, Louisette Geiss, Katherine Kendall, Zoe Brock, Sarah Ann Masse, Melissa Sagemiller e Nannette Klatt, processaram os irmãos, Harvrey e Bob Weinstein, a própria empresa, The Weinstain Company e a Miramax e diversos outros individuos por agressão, em um dos casos que ajudou a levantar a questão do abuso sexual na industria cinematográfica. Um outro processo igual foi aberto em uma corte da Califórnia.

Neste o grupo afirma estar entre outras centenas de mulheres que sofreram de uma conduta sexual a força e viveram com medo de serem colocadas na lista negra por Harvrey e as pessoas ao seu redor.

 "Harvey Weinstein está sendo investigado pelas polícias de Los Angeles, Nova York e Londres, apesar de ainda não ter recebido acusações formais. Ao todo, mais de 80 mulheres o acusam de assédio e abuso sexual até o momento. Através de porta-voz, ele vem negando todas as acusações. As primeiras denúncias – dentre elas a da atriz Rose McGowan (“Conan, o Bárbaro”) – foram o pontapé inicial para que várias outras mulheres tomassem coragem e pudessem falar das violências e assédios que acontecem na indústria cinematográfica. Após as acusações, Weinstein foi demitido da sua empresa e expulso das Academia de Ciências e Artes Cinematográficas dos EUA e Academia Britânica de Cinema e Televisão, responsáveis pelas premiações do Oscar e BAFTA, respectivamente."

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