Review | Shadow of the Colossus Remake - Um clássico reimaginado da melhor maneira - PREMIERE LINE

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7 de março de 2018

Review | Shadow of the Colossus Remake - Um clássico reimaginado da melhor maneira




Quando, lá na E3 do ano passado, a Sony revelou finalmente que sim, um dos jogos mais icônicos de sua plataforma, que já havia ganhado um remaster para o PS3, e que agora ganhou um remake para PS4. Shadow Of The Colossus, lá em meados de 2007, quando joguei a primeira vez no PS2, já me ganhou. Era um jogo épico, com inimigos épicos e celebrava a individualidade de se estar sozinho em um mundo vasto, sem o menor indício de ajuda contra colossos gigantes. Era você, sua espada, arco e a fiel égua Agro, contra monstros de 15 metros de altura.


Há de se imaginar que um jogo que já teve 3 versões, incluindo a última, deveria se esgotar; o que não é o caso de SOC. O remake atual carrega algo como uma alma própria, é um jogo novo, praticamente, pois cada um dos colossos, que você já conhecia tem uma aparência completamente reformulada para a geração atual e sinceramente? É o remake mais bem feito e um dos jogos mais bonitos até hoje.

Shadow Of The Colossus conta a história de um garoto que tenta trazer a garota que ama de volta a vida, e pra isso, segue a lenda de um santuário no qual “a luz” é quem conseguirá o que ele quer, mas pra isso, precisa vencer todos os 16 colossos que são guardiões. O mundo do jogo é enorme, extremamente detalhado e até eu mesmo, me paguei andando com Agro pelo cenário sem um destino em vista, mas sim pra ver e aproveitar a profundidade da obra de arte de Fumito Ueda que agora, com o remake, demonstra todo o potencial que já tinha, lá no início dos anos 2000. Vale lembrar que SOC não é somente uma experiência jogável, mas também um pacotão de uma obra audiovisual linda, e que carrega em si uma diversidade de sentimentos imensa.
Imagine, você, de frente com um gigante.



Imaginou? Se já era um frio na barriga e um medo de dar tudo errado lá no PS2, imagina agora? Chega a arrepiar o quanto é legal você ir subindo de pouco a pouco nas costas de um colosso; dá um frio na barriga enorme, quando você tá em cima dele, e tem que se equilibrar pra não cair de algo que tem praticamente a altura de um arranha céu, e isso sem contar o detalhamento que os colossos ganharam, que provavelmente faz possível a idéia de contar cada fio de cabelo dos grandões. É incrível e tira o fôlego, sem mais.

Ah, uma coisa que vale mencionar, todas as cutscenes, desde a derrubada dos colossos até a introdução deles do jogo são lindas, extremamente bem feitas e vale a pena assistir.

Mas como nem tudo é um mar de rosas, apesar do pulo se tornar mais intuitivo, a câmera continua aquela mesma que te faz querer bater o controle na parede tem hora de tanta raiva que ela passa na gente. Mas, né? Fazer o que.

A trilha sonora continua linda, e combina completamente com a atmosfera que o jogo passa.

Shadow of the Colossus é um jogo que marcou a minha vida, lá no PS2. Acredito também que não só a minha, mas de muita gente. E é incrível o quanto o remake ficou bem feito e conseguiu manter a essência que o legado do jogo carrega. E pela terceira geração seguida, um dos melhores jogos já feitos se destacou e se tornou obrigatório pra quem tem os consoles da Sony.


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