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14 de maio de 2018

Crítica - 2° temporada de 3% | 3%, o número de momentos bons da temporada


Ah, a primeira série brasileira original Netflix, uma série que em sua primeira temporada, entregou um material até animador por cada episódio ser uma prova, um mistério diferente, onde você queria saber, por quem, o que e como, esses desafios seriam superados. Foi animador, até um pouco viciante porque terminei a série consideravelmente rápido. E nisso, explico pra vocês a demora da crítica.

A segunda temporada chegou, e com ela a promessa de mostrar algo mais animador e viciante ainda.. 

É, não deu.


A segunda temporada chegou no último dia 27 de abril, e juro à vocês que comecei ela entusiasmado pelo que vi na primeira temporada, e antes do final do primeiro episódio já perdi grande parte de tal animação. O episódio estava arrastado, e desde o início, a ideia de mostrar tudo que acontece simultâneo, no Maralto, com a preparação do Processo, no Continente, com as preparações da Causa contra o Processo, e do Processo, para se defender da Causa, e quando realmente começa o processo, que é no último episódio da temporada. Tudo fica extremamente cansativo, e não prende.

Continuo não gostando da maioria dos atores que fazem 3%, achando a falta de expressão uma coisa idiota. As novas adições de elenco no roteiro são desnecessárias.
Acredito, sinceramente, que o maior erro de 3% foi tentar ser algo que não era, e deixou de ser algo interessante nesse processo. Tentaram colocar coisa demais em um local onde já tinham encontrado uma fórmula boa, não de sucesso, mas que venderia. E nisso, se perderam.

Pelo jeito, haverá sim uma terceira temporada. Afinal, deixaram pontas soltas pra isso, e o plot twist da temporada, não vou mentir, foi interessante sim! Afinal, não é possível que não acertariam em nada, né?


Mas o veredito final disso tudo? A segunda temporada de 3% tem efeitos visuais bonitos, uma trama arrastada com alguns pontos interessantes e um potencial desperdiçado.

Acerta aí de novo, Netflix.

Nota: 5/10

Escrito por: Luis Felipe Alves

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