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9 de julho de 2018

Crítica | Homem Formiga e a Vespa - Pequenos heróis, diversão gigante


Que ano para a Marvel, não é mesmo? Um ano com Pantera Negra, que já venceu vários prêmios, 4 só no MTV Movies & TV Awards. Um ano também com o espetacular Guerra Infinita, que pode ser considerado como uma facada no peito para os fãs da Marvel. Um ano que, sinceramente, Homem Formiga e Vespa foi como um suspiro de alívio.

A sequência do filme de introdução de Scott Lang no universo da Marvel estreou na última quinta-feira e trouxe uma história leve, quase como um tapinha nas costas de consolo depois de todos os acontecimentos de Guerra Infinita. Scott agora precisa lidar com tudo que recaiu sobre si, após os eventos do aeroporto na Alemanha, em Guerra Civil. 
Resultado? Dois anos de prisão domiciliar e zero contato com Hank Pym e Hope. E é daí que vemos o quanto o personagem que Paul Rudd interpreta amadureceu.


Além dos personagens já conhecidos, como o trio de protagonistas, alguns que não receberam tanta atenção no primeiro filme, tem mais tempo na sequência. Exemplo de um que foi uma surpresa hilária, e que não teve muito tempo de tela no primeiro filme é o padrasto de Cassie. Uma outra, e nova, surpresa do segundo filme é o agente de condicional de Lang, Jimmy Woo.

Agora, o que mais me agradou no filme, foi a mudança que a personagem de Hope tem, após receber o traje de Vespa, o traje da mãe. Hope, em um só filme, se tornou uma das heroínas femininas da Marvel mais incríveis e fodonas até agora, e a química dela com Scott é digna da “parceira” que o Homem Formiga precisa. Além disso, Luis é, e sempre será o melhor personagem secundário da Marvel. Sem dúvidas. Michelle Pfeiffer como a Vespa original no mundo quântico é algo incrível de se ver também.


A trama de Homem Formiga e Vespa é algo bem menor, comparado com Guerra Infinita. A vilã, Fantasma, é interessante. O poder de poder moldar a matéria é algo incrível, e que foi apresentado de uma maneira muito interessante no novo filme. Além disso, participações como a de Golias trouxeram um charme a mais para o filme. Além de Fantasma, temos também Sonny Burch, que é um gangster que funciona como algum tipo de vilão secundário, tentando adquirir a tecnologia Pym e vende-la pelo maior preço, sem olhar a quem.


No geral, a nova aventura da Marvel é algo light, divertido e para a família, trazendo um roteiro simples, um herói carismático e uma heroína que ganhou seu espaço no coração dos fãs da editora, além de efeitos especiais e cores que saltam os olhos, principalmente no mundo quântico. Tudo muito tranquilo, pelo menos até você pular da cadeira na primeira cena pós créditos, assim como eu fiz.




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