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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Crítica | Os Incríveis 2: Mais bonito, mais divertido, mais incrível


 FINALMENTE, depois de tantos anos, em fevereiro nós tivemos o primeiro trailer da tão esperada continuação do filme de heróis da Pixar, que tinha se tornado um ícone nos filmes de animação até então. Depois disso, todos contavam os dias pra finalmente assistir a sequência da história de Roberto, Helena, Violeta, Flecha e, como mais novo integrante dessa família maravilhosa, o Zezé.. Finalmente o dia chegou, meus amigos.

E será que a sequência de filme da Pixar, que mais demorou até o momento, cumpriu todas as expectativas?

Ah, não vou te dar uma resposta simples não, vou te fazer entender o porquê.

   (Zezé tá prestando atenção)

Os Incríveis 2, primeiramente, traz uma das animações mais bonitas da produtora, além de entregar personagens extremamentes carismáticos que desde o primeiro segundo do filme, ouvir a voz e ver o jeitinho de cada um deles, é praticamente um abraço daqueles que matam uma saudade de anos e te trazem de volta pra casa. O sentimento de nostalgia quando se vê a família, pela primeira vez nos trajes de luta, faz com que um sorriso nasça no seu rosto e você se sinta naquela época lá atrás, onde viu pela primeira vez a Edna  fazer essas roupas.

O roteiro do filme, em si, é previsível. Mas sinceramente? Isso não me incomodou. O filme é uma animação onde a maioria das coisas que acontecem, são pra te fazer se divertir e sorrir (o que o filme consegue com a maestria da Pixar, já conhecida). Os personagens secundários, apesar de um pouco mal explorados, tiveram seus destaques com toda certeza. Dos heróis secundários, Voyd foi incrível e merece destaque.


Agora, eu fiz questão de separar um parágrafo inteiro pra melhor parte do filme, e assim que vocês assistirem, vão concordar comigo em 100%

Uma das grandes tacadas da Pixar, pra que não se tornasse algo repetitivo em só ter a família dos 4, foi dar poderes ao Zezé. E meu amigo, se tiver decisão mais acertada que essa eu desconheço. O neném é fofo, o neném é muito poderoso. Zezé é o maior poço de carisma e amorzinho do filme, assim também como a parte mais hilária de tal. Seja pela fato de não conseguir controlar seus poderes, seja pelo fato de como Beto consegue controlar uma pequena parte quando consegue. Zezé te faz dar gargalhadas com o jeito descontraído e com o intuito de divertir que o personagem foi criado. E o detalhe mais importante disso tudo é que, apesar de pra mim, o Zezé ser o melhor personagem da animação, ele não diz uma palavra se quer. E prepare-se, o menino tá combinando poder do professor Xavier até com os olhos laser do Superman. Quem é Goku ou Batman perto do bebê mais fofo do planeta?


Além de toooooodos os pontos positivos aí pra cima, ainda tem mais amiguinho.

A Pixar empregou no filme, uma coisa que achei extremamente interessante. Houve uma completa inversão de valores, no que no conservadorismo se vê como “o papel do homem e o da mulher”, os Incríveis trouxe como algo completamente ao contrário e reescrito, tendo como exemplo o homem que fica em casa cuidando das crianças e fazendo as tarefas de casa, enquanto a mulher vai e salva o dia. 

No filme, podemos ver slogans de publicidade que dizem, no caso de um onde é uma propaganda de uma torta com os dizeres “tão fácil que até ELE consegue fazer”; e um de um ketchup onde se lê “tão fácil que até ela consegue abrir”. Além disso, o filme conta com muitas, mas muitas referências também, principalmente na versão dublada que até o Acre é citado.

Os Incríveis 2 é a melhor animação do ano, sem dúvidas. Além de ser um pacotão de diversão pra toda a família e traz uma sensação de que finalmente, aconteceu uma coisa que todos nós, fãs, esperávamos à muito tempo.


Assistam esse filme incrível. 5/5

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