REVIEW - 2° TEMPORADA | Luke Cage, um personagem contraditório e um herói influenciável - PREMIERE LINE

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terça-feira, 3 de julho de 2018

REVIEW - 2° TEMPORADA | Luke Cage, um personagem contraditório e um herói influenciável


Bom, a segunda leva de temporadas dos defensores alcançou um novo herói, dessa vez o homem de aço do Harlem. Desde sua primeira temporada, um pouco morna, e pela qualidade de Defensores, que também não foi das melhores; a segunda temporada de Luke Cage teve uma melhora significativa.

Um homem que não pode ser morto, seja por afogamento, tiros, asfixiação.. Luke não cede, mas na primeira temporada isso se tornou algo morto, que não puxava o interesse o suficiente para que você acompanhasse a temporada completa. Mas acredite, isso mudou. Mudou, e não só no sentido em que a trama te prende, mas principalmente na carga emocional que a segunda temporada apresentou e também no desvio de valores morais, que Luke tem.



Uma temporada que, em si, serviu mais como uma jornada de descobrimento pro herói do que um desenvolvimento do seu segundo ano (não que isso seja ruim!) E a nova temporada nos traz tudo que faltou no primeiro ano da trama.

Alguns pontos fortes são necessários no que se fala de méritos. Atuações sensacionais e que deram uma nova vida à temporada, foram coisas normais no segundo ano da série. Misty, Mariah, Shades e até o próprio Luke, elevaram o nível consideravelmente. Os personagens de Shades e Mariah foram com toda certeza, o destaque da temporada no que se volta à atuações. Shades e Mariah, com personagens profundos, personalidades fortes, e o timing certo para que aparecessem tais personalidades. Já Misty? Ah, ela encantou. Não só pelo fato de enfrentar todos os demônios internos possíveis, mas principalmente por enfrentá-los de cabeça erguida e sempre saindo melhor que seus problemas, pena que foi um pouco mal aproveitada e eu queria ter visto mais da Misty nessa temporada.



A história dessa temporada é um caso a parte. Tem vários pontos positivos e alguns negativos, mas onde os positivos se destacam.. A harmonia da temporada é estranha, com seu ponto alto à partir do episódio 9, até o fim, no 13. Mas poderia ter sido melhor, né? A temporada chega a te prender quase no final e os outros episódios, apesar de ter um conteúdo interessante, não prendem e você se arrasta pra ver, de pouco a pouco. Nisso, há um porém. A partir do episódio 10, você não quer parar de ver, devido a reviravoltas extremamente interessantes, onde todos os valores que você considera ser de um herói, se tornam nublado para Luke.



Outro ponto, extremamente forte na temporada e que me trouxe uma das melhores surpresas, foi a interação de Danny Rand e Colleen Wing com os personagens da série vizinha de bairro. Danny, também conhecido como “Punho de Ferro”, foi um dos personagens mais influentes e carismáticos da temporada, trazendo um episódio que foi melhor que a primeira temporada inteira do herói.



A segunda temporada de Luke Cage surpreendeu, trouxe referências dos heróis vizinhos, até presenças. Mas há muita coisa ainda para que Luke descubra quem e que tipo de herói é, se realmente se encontra no caminho certo. O segundo ano deu o gancho e me deixou mais ansioso ainda, principalmente pelo desenrolar da história, e é altamente indicado para qualquer fã da Marvel, ou até mesmo de séries de ação.

E pra quem ainda vai começar, não desista logo na primeira temporada, a segunda irá te surpreender.

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