REVIEW | The Resident - Joga no seguro e erra na originalidade (2x1) - PREMIERE LINE

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terça-feira, 2 de outubro de 2018

REVIEW | The Resident - Joga no seguro e erra na originalidade (2x1)


Fiquei espantada ao ver tamanha aceitação com a nova série da Fox. Inclusive era minha aposta para a lista de cancelamentos da emissora. E que para minha surpresa, não aconteceu.


Mesmo tendo odiado seus personagens, resolvi continuar a acompanhar seu primeiro ano e ver se minha opinião mudava. Se algo na série chamaria minha atenção e me faria entender o por que do público realmente gostar da série.

Mas acho que The Resident é uma daquelas séries que não tem qualquer qualidade, mas muita gente gosta sem qualquer tipo de razão plausível. Por que? Talvez seja a facilidade de uma trama rasa e sem qualquer apelo emocional. Você não precisa se envolver ou pensar muito vendo ela. De fato, é o tipo de série que se você parar hoje de ver, não sentirá falta e daqui a algum tempo pode nem lembrar que sequer existiu.


Eu tenho um jogo que faço para saber a importância de um personagem na série. Me pergunto: "Se fulano morrer hoje, faria diferença ou falta na série?" e se a resposta é não. Bem, isso não é um bom sinal. Afirmo que se todos os personagens de The Resident morressem e o próprio hospital caísse numa cratera e desaparecesse seria um belo dia na terra.


Mas vamos ao que interessa. Se depois disso você ainda quiser saber como foi seu retorno em seu segundo ano, é bem simples. Eles além de repetir a mesma fórmula de sua primeira temporada, copiaram de outra série (Grey's Anatomy) um ataque pirata de Hackers. Claro eles mudaram uma coisa aqui e ali, mas se você troca a frase "Meredith é bonita" por "Conrad é bonito", nada muda exceto o gênero. Mas o significado continua o mesmo.


Investindo em uma sequência de ações forçadas e desnecessárias, The Resident joga no seguro e erra na originalidade. Seus personagens continuam dispensáveis sem transmitir qualquer empatia ao público. Seus pacientes são esquecíveis. Suas tramas são grotescas e até quando acertam em um núcleo o tom sai errado. É quase como ter uma batata boa em um saco de batatas ruins. Você vai preferir pegar outro saco.

Analogias a parte. The Resident sobrevive além das expectativas, resta saber até quando.

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