Coluna do Coffey | Scorpion - Um guilty pleasure de respeito! - PREMIERE LINE

Coluna do Coffey | Scorpion - Um guilty pleasure de respeito!

COMPARTILHE

Aí você vê os créditos começarem dizendo: "Baseado na vida de Walter O´Brian". Quem diabos era esse maluco? Uma googlada rápida e você descobre que é um maluco com QI de 197! Einsten tinha 160. Onde isso nos leva? Às mais loucas aventuras que você possa imaginar.



Mas vamos começar do início. Scorpion é uma equipe formada por gênios. Todos desajustados e "sem lugar" na sociedade. Temos uma Japinha (eu sei!) que sabe desmontar um motor de olhos fechados mas não sabe porque as pessoas dizem feliz natal; um Gordinho que tem TOC a nível molecular, mas faz cálculos mais rápido que um computador; um nerd de Fedora que perdeu até as roupas apostando, mas sabe dizer se você está mentindo mesmo que você ache que está dizendo a verdade; o tal O´Brien, que hackeou a Nasa com 13 anos (ele queria blueprints da Schuttle pra decorar o quarto). Como elo de ligação (eu sei!) dessa mistura temos um Terminator que trabalha pro governo e uma garçonete com um filho MUITO mais inteligente que ela Possivelmente autista...). Essa mocinha é a responsável por "traduzir" o mundo normal pros nerd tudo.



Pra quem se interessou, eu costumo lançar o seguinte desafio: Se você superar o primeiro episódio, segue firme. Porque a coisa é de um nível capaz de transformar o McGyver (o das antigas) em reality show! E eu NÃO estou exagerando. Temos cirurgias realizadas ao ar livre, um satelite hackeado porque um russo gosta de novela, um jipe que volta a andar com papel higiênico, and the show goes on.

A CBS produziu 4 temporadas. A recepção do público foi dos mais variados níveis. Alguns, como eu, curtiam justamente pela galhofa enquanto outros cobraram seriedade e "veracidade dos fatos". A esses, eu recomendo a minha crítica de "Sob Pressão", que encerrou temporada nessa terça. (Leia aqui)

Voltando a falar da série, o principal atrativo é a maneira como os desajustados começam a se relacionar, primeiro entre si e depois com o mundo exterior. O garoto vê nos gênios a família que finalmente o compreende, sua mãe vê um porto seguro onde seu filho se encontrou e os gênios pércebem que o tal "quociente emocional" não é apenas um dado.

Temos ação, temos romance, temos Science (BIATCH!) e temos família. Tudo junto, misturado e bem batido! E claro, a galhofa atinge níveis hard!


Não pergunte, apenas assista!
Enfim, a série pode ser vista completa na Netflix. Segundo os amigos aqui do PL, não teve renovação para a 5ª temporada, então eu peço desculpas adiantadas pelo final.





SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS OFICIAIS: Twitter | Instagram | Facebook |

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pages